SÉRIE - AS MULHERES NA BÍBLIA-As mulheres diáconos da igreja primitiva mencionadas em Atos 21:8-9

 

mulheres na igreja primitiva, especificamente mencionando quatro filhas de Filipe
imagem feita pela inteligência artificial Bing Image

    O relato em Atos 21:8-9 destaca a presença de mulheres na igreja primitiva, especificamente mencionando quatro filhas de Filipe que exerciam o dom profético. Embora o termo "diácono" não seja explicitamente utilizado aqui, o contexto sugere que essas mulheres eram ativas no serviço e ministério da igreja.

    O texto afirma: "Partindo de lá, fizemos vela e, chegando no dia seguinte defronte de Quios, no outro dia tocamos a Rodes, dali a Pátara. Achando ali um navio que ia para Fenícia, embarcamos e seguimos viagem. Tendo avistado Chipre, à vista dela deixamos para o lado esquerdo, seguindo para a Síria e aportamos em Tiro; porque o navio devia descarregar ali a carga. E, havendo encontrado os discípulos, ficamos ali sete dias; estes, prevenidos pelo Espírito, recomendavam a Paulo que não fosse a Jerusalém. Findos esses dias, saímos e seguimos viagem, acompanhados por todos, com mulheres e crianças, até fora da cidade; e, postos de joelhos na praia, oramos. Depois de despedidos uns dos outros, subimos para o navio, enquanto eles voltaram para casa. E nós, concluída a viagem de Tiro, fomos a Ptolemaida e, havendo saudado os irmãos, ficamos um dia com eles. No dia seguinte, partimos e chegamos a Cesaréia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. Esse tinha quatro filhas donzelas, que profetizavam" (Atos 21:1-9).

    Essas mulheres são apresentadas como profetisas, indicando que possuíam dons espirituais e estavam envolvidas no ministério profético da igreja. Embora seus nomes e histórias individuais não sejam fornecidos, sua presença e serviço destacam a importância das mulheres no contexto da igreja primitiva.

    O fato de Paulo ficar na casa de Filipe, cujas filhas eram ativas no ministério profético, sugere uma aceitação e reconhecimento da contribuição valiosa das mulheres na liderança espiritual da comunidade cristã. Este é um indicativo da igualdade de oportunidades e responsabilidades no corpo de Cristo, independentemente do gênero. 

    Enquanto o termo "diácono" não é usado aqui, o serviço dessas mulheres na função profética pode ser considerado uma forma de serviço na igreja primitiva. Seja através da profecia, do ensino ou de outras formas de ministério, as mulheres desempenhavam papéis cruciais na expansão e sustentação da comunidade cristã nas suas diversas funções.

    Esse relato destaca a riqueza e diversidade dos dons espirituais no corpo de Cristo, enfatizando que homens e mulheres, cada um com seus dons específicos, são chamados a servir e edificar a igreja. Essas mulheres, embora não sejam nomeadas, deixam um legado significativo de serviço e comprometimento na igreja primitiva.


saiba mais







SÉRIE - AS MULHERES NA BÍBLIA- As mulheres deixaram uma marca significativa na história durante a era cristã.

 

As mulheres deixaram uma marca significativa na história durante a era cristã.

1. Testemunhas em Jerusalém (Lc 2.37,38): 

Neste momento, as mulheres foram as primeiras a testemunhar e a
compartilhar as boas novas de Jesus em Jerusalém, destacando-se por sua
presença ativa.

 2. Últimas na cruz (Mc 15.47):

Mesmo quando os discípulos possivelmente perderam a esperança, as mulheres
permaneceram firmes e foram as últimas na cruz, mostrando coragem e fidelidade.

3. Primeiras a saber da

ressurreição (Jo 20.1): As mulheres foram as primeiras a receber a notícia
transformadora da ressurreição de Cristo, destacando sua importância no evento
mais significativo da fé cristã.

4. Primeiras a anunciar as boas

novas (Mt 28.8; Sl 16.10): Sendo as mensageiras iniciais da ressurreição, as
mulheres desempenharam um papel crucial ao proclamar as boas novas da vitória
sobre a morte.

5. Presentes na primeira

reunião de oração (At 1.14): Participaram ativamente na vida da igreja desde o
início, marcando presença significativa nas reuniões de oração após a ascensão
de Jesus.

6. Receberam os missionários

Paulo e Silas na Europa (At 16.13): Lídia, a primeira convertida cristã na
Europa, exemplificou o papel fundamental das mulheres na expansão do evangelho.

SÉRIE - AS MULHERES NA BÍBLIA-A mulher de um levita, que enfrentou abusos terríveis por parte dos homens de Gibeá - Juízes 19

 

mulhere na dos tempo biblico ao lado de uma cabana no deserto
imagem feita pela inteligência artificial Bing Image


A mulher de um levita, que enfrentou abusos terríveis por
parte dos homens de Gibeá - Juízes 19.

A história da mulher do levita em Juízes 19 é uma narrativa sombria e
perturbadora que revela a decadência moral e a falta de liderança espiritual em
Israel naquele período. Essa história é parte do ciclo de contos em Juízes que
ilustram a falta de ordem e justiça em Israel durante um tempo em que "não
havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto aos seus olhos"
(Juízes 21:25).
 
O relato começa com um levita que, junto com sua
concubina, está viajando pela região montanhosa de Efraim. Eles buscam abrigo
na cidade de Gibeá, mas ninguém se oferece para acolhê-los, exceto um ancião
que os convida para sua casa. No entanto, homens maus da cidade cercam a casa, exigindo que o levita seja entregue a eles para que possam abusar sexualmente dele.

O levita, em um ato surpreendente de indiferença para com a mulher, a entrega aos homens, que a estupram durante toda a noite. Pela manhã, ela é encontrada à porta da casa, morta. O levita, ao descobrir seu corpo, corta-o em 12 pedaços e envia essas partes para as 12 tribos de Israel, buscando chocar a nação e incitar uma resposta.

Essa história é angustiante e desafiadora em muitos aspectos. Revela a falta de compaixão e respeito pelos vulneráveis, destacando a depravação moral na sociedade da época. O comportamento do levita é perturbador, pois ele sacrifica a vida de sua concubina para salvar a própria pele. Isso destaca a falta de liderança espiritual e a deterioração dos valores morais em Israel.

A história também ilustra como a ausência de liderança e a falta de uma estrutura de governo deixaram o povo sem proteção e orientação moral. Esses eventos levam a uma resposta drástica das tribos de Israel, resultando em um conflito violento e no extermínio quase completo da tribo de Benjamim.

Em última análise, a história da mulher do levita em Juízes 19 aponta para a necessidade de liderança justa e moral, bem como para a urgência de um retorno à obediência a Deus. Esses eventos servem como um alerta contra a decadência moral e a falta de direção espiritual, destacando a importância de uma sociedade que busca viver de acordo com os princípios divinos. 

saiba mais








SÉRIE - AS MULHERES NA BÍBLIA-A irmã de Maria, mãe de Jesus

 

As três mulheres próximas à cruz de Jesus durante sua crucificação no Gólgota.
imagem feita pela inteligência artificial Bing Image



A irmã de Maria, mãe de Jesus, cujo nome não é mencionado na Bíblia, sendo apenas referida em João 19:25.

A figura da irmã de Maria, mãe de Jesus, mencionada em João 19:25, é envolta em certo mistério e falta de detalhes nos relatos bíblicos. O versículo em questão destaca a ocasião em que os líderes religiosos judaicos perguntaram a João Batista sobre a prática do batismo, questionando se ele era o Cristo, Elias ou o Profeta prometido. João negou ser qualquer um desses, reforçando a singularidade daquele que estava para vir.

A menção à irmã de Maria ocorre em um contexto em que
os escribas e fariseus buscam compreender o significado e a autenticidade da
mensagem de João Batista. Nesse cenário, a referência à irmã de Maria é feita
de forma breve e não fornece informações adicionais sobre ela.

O silêncio em relação ao nome da irmã de Maria e a escassez de detalhes específicos na Bíblia geraram especulações e interpretações diversas ao longo da história teológica. Alguns estudiosos sugerem que a falta de ênfase no nome pode indicar que a identidade dessa mulher não era central para o propósito dos Evangelhos, que estavam mais focados na pessoa de Jesus Cristo e em Seu ministério redentor.


Outra interpretação possível é que o nome da irmã de Maria não foi mencionado porque ela não desempenhou um papel significativo nos eventos que os Evangelhos buscavam destacar. Maria, como mãe de Jesus, naturalmente recebe mais atenção devido à sua função crucial na história da redenção.

Independentemente do silêncio em relação ao nome da irmã de Maria, a passagem de João 1:25 serve como um lembrete da importância de focar na mensagem central das Escrituras. Os Evangelhos estão primariamente preocupados em apresentar Jesus como o Messias prometido e Salvador do mundo.

Essa brevidade na menção da irmã de Maria destaca a abordagem específica dos Evangelhos, concentrando-se na revelação de quem Jesus é e no propósito de Sua vinda. A ausência de detalhes sobre essa figura secundária ressalta a singularidade e a centralidade de Cristo na narrativa bíblica.

Em conclusão, a irmã de Maria mencionada em João 19:25 permanece uma personagem bíblica obscura, cuja identidade não é explicitamente revelada. Esse silêncio destaca a ênfase dos Evangelhos na pessoa de Jesus Cristo e na mensagem redentora que Ele veio proclamar, convidando os leitores a centrarem sua atenção na revelação divina e na obra salvífica do Filho de Deus.

saiba mais








SÉRIE - AS MULHERES NA BÍBLIA-A Mulher Cananeia, conhecida por sua perseverança

 

A mulher aos pés de Jesus e os discípulos ao lado.


A Mulher Cananeia, conhecida por sua perseverança - Mateus 15:21-28 NTLH: A história da Mulher Cananeia, registrada em Mateus 15:21-28, é um relato notável que destaca a fé, a perseverança e a resposta compassiva de Jesus a uma mulher que buscou desesperadamente ajuda para sua filha possuída por um demônio. Inicialmente, ao chegar à região de Tiro e Sidom, Jesus é abordado por esta mulher gentia, cuja etnia cananeia era geralmente considerada estrangeira e não fazia parte do povo escolhido de Israel.

     Mesmo diante das barreiras culturais e étnicas, a mulher Cananeia reconhece Jesus como "Senhor, Filho de Davi" e clama por Sua misericórdia. O primeiro aspecto notável dessa narrativa é a perseverança dessa mulher. Apesar de Jesus inicialmente não responder às suas súplicas, ela persiste, clamando incessantemente por ajuda. Seu compromisso é evidente, e sua fé perseverante destaca-se como uma lição profunda para todos os buscadores espirituais. 

    A aparente rejeição inicial de Jesus e a resposta aparentemente dura, quando Ele menciona que não é correto dar o pão dos filhos aos cachorrinhos, são parte da lição que Ele está prestes a ensinar. Jesus utiliza uma metáfora culturalmente carregada para testar a fé e a resposta da mulher, indicando que a prioridade inicial era para Israel, mas também abrindo espaço para a fé além das fronteiras étnicas. A resposta da mulher Cananeia é um testemunho notável de humildade e fé. 

    Ela não se ofende com a metáfora, mas responde com sabedoria: "Sim, Senhor, mas os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa de seus donos." Sua resposta expressa uma profunda compreensão da abundância da graça divina e da disposição em aceitar qualquer migalha que venha de Deus. 

    Jesus, impressionado com a grande fé da mulher, elogia sua perseverança e concede a cura para sua filha. Este encontro ilustra a universalidade do amor e da compaixão de Deus, ultrapassando fronteiras étnicas e culturais. A fé da mulher Cananeia é recompensada, e sua filha é liberta do domínio demoníaco. 

    Esta história é um convite à reflexão sobre a natureza inclusiva do evangelho. Ela destaca que, independentemente de origens étnicas, Deus responde à fé sincera e perseverante. A mulher Cananeia emerge como um exemplo de como a fé transcende barreiras, e sua história ressoa como uma poderosa mensagem de esperança e aceitação na busca espiritual. 

    Em resumo, a narrativa da Mulher Cananeia em Mateus 15:21-28 é uma lição rica em fé, perseverança e compaixão. Ela nos lembra da generosidade divina além de fronteiras, incentivando-nos a buscar a Deus com persistência, independentemente de quem somos ou de onde viemos.

saiba mais







SÉRIE - AS MULHERES NA BÍBLIA-A mulher de Jeroboão I

 

A mulher dos tempo bíblico
imagem feita pela inteligência artificial Bing Image


A mulher de Jeroboão I, que trouxe más notícias sobre o reinado de seu marido após consultar o profeta Aías - 1 Reis 14:2-20.

A mulher de Jeroboão

I, cujo nome não é especificado nas Escrituras, desempenha um papel crucial em
um episódio crítico na história do Reino do Norte de Israel, conforme
registrado em 1 Reis 14:2-20. Essa passagem revela aspectos do caráter humano,
do juízo divino e da fidelidade profética que moldaram o curso da nação.

 O contexto

desse relato remonta ao reinado de Jeroboão I, o primeiro rei do Reino do
Norte, após a divisão de Israel. Jeroboão, inicialmente escolhido por Deus para
liderar as tribos do norte, rapidamente se desvia do caminho da fidelidade a

Deus. Ele institui ídolos e cultos pagãos, levando o povo à apostasia.

 No momento crítico da narrativa, Jeroboão está preocupado com a saúde de seu filho doente e decide consultar o profeta Aías em busca de orientação divina. A esposa de Jeroboão, disfarçada, vai até o profeta para indagar sobre o destino de seu filho. A ação de disfarce ilustra o medo e a tensão que permeiam o reinado de Jeroboão.

O profeta 

Aías, inspirado por Deus, revela uma mensagem severa e sombria para Jeroboão
por meio de sua esposa disfarçada. Ele prediz a morte iminente do filho doente
de Jeroboão e anuncia juízo divino sobre a casa de Jeroboão devido à sua
idolatria e desobediência.

  A mulher de Jeroboão retorna e relata a mensagem ao rei. A notícia não apenas confirma a iminente tragédia familiar, mas também antecipa o juízo sobre o reinado de Jeroboão e a nação que se afastou de Deus.

Essa passagem destaca várias lições teológicas e morais. Primeiramente, ela ilustra a responsabilidade dos líderes diante de Deus. Jeroboão, escolhido por Deus para liderar, opta por seguir um caminho contrário aos mandamentos divinos, resultando em consequências graves.

A fidelidade profética de Aías é outra dimensão

importante. Ele não hesita em transmitir a mensagem de Deus, apesar das
circunstâncias desafiadoras e do julgamento iminente. A fidelidade profética
serve como um testemunho do compromisso de Deus com a verdade e a justiça,
mesmo quando confronta aqueles no poder.

Além disso, o relato enfatiza a gravidade da idolatria

e da desobediência a Deus. O juízo divino sobre Jeroboão não é apenas uma
resposta à apostasia individual, mas também um lembrete do compromisso
inabalável de Deus com a santidade e a retidão.

Em resumo, a mulher de Jeroboão I é uma personagem que,

mesmo sem ser nomeada, desempenha um papel significativo na revelação do juízo
divino sobre o reinado de seu marido. A narrativa destaca temas teológicos
fundamentais, como a responsabilidade dos líderes, a fidelidade profética e a
seriedade da apostasia. Ela nos lembra da importância da obediência e da busca
contínua por Deus em todos os aspectos da vida.

saiba mais







QUANTAS VEZES MARIA (mãe de Jesus) É MENCIONADA NA BÍBLIA?

 

(mãe de Jesus) É MENCIONADA NA BÍBLIA?



        O nome de Maria é mencionado cinco vezes no livro de Mateus (Mt 1.6, 18, 20; 2.11; 13.55), que trata da história de Jesus. Ao longo de toda a Bíblia, Maria é referida apenas 23 vezes. Algumas dessas referências específicas incluem Mt 1.16, 18, 20; 2.11; 13.55, Mc 6.3; Lc 1.27, 30, 34, 38, 39, 41, 46, 56; 2.5, 16, 19, 33, 34; At 1.14. João também a menciona em Jo 2.1, 3; 19.25, 25, 27, embora seu nome não seja explicitamente citado.

Confira:


1. **Mateus 1.6:** "Jessé gerou ao rei Davi, e o rei Davi gerou a **Maria**, daquela que fora mulher de Urias."

2. **Mateus 1.18:** "O nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando **Maria**, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, ela se achou ter concebido do Espírito Santo."

3. **Mateus 1.20:** "E, projetando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a **Maria**, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Espírito Santo."

4. **Mateus 2.11:** "E, entrando na casa, acharam o menino com **Maria**, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra."

5. **Mateus 13.55:** "Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe **Maria**, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas?"

6. **Lucas 1.27:** "a uma virgem desposada com um homem cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era **Maria**."

7. **Lucas 1.30:** "Disse-lhe, então, o anjo: **Maria**, não temas, porque achaste graça diante de Deus."

8. **Lucas 1.34:** "Disse **Maria** ao anjo: Como se fará isso, visto que não conheço homem?"

9. **Lucas 1.38:** "Então, disse **Maria**: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo se ausentou dela."

10. **João 2.1:** "E, ao terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galileia; e estava ali a mãe de Jesus."

11. **João 2.3:** "E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Eles não têm vinho."

12. **João 19.25:** "Estavam, pois, junto à cruz de Jesus sua mãe, e a irmã de sua mãe, **Maria**, mulher de Clopas, e **Maria** Madalena."

13. **João 19.27:** "Depois, disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora, o discípulo a recebeu em sua casa."

Em todas essas passagens, **Maria** desempenha papéis cruciais nos eventos relacionados ao nascimento, vida e morte de Jesus.