TANQUE DE BETESDA, muitas histórias têm sido inventadas, mas qual é a verdadeira?

 

TANQUE BETESDA

Mensagens que se ouvem.

Ouvem-se muitas mensagens (pregação, como diz o meu pastor: pregação de domingo) e cada pessoa tem uma história diferente a respeito deste texto de João 5:2-4.  O homem não era aleijado, o homem fazia 38 anos que estava à beira do tanque, não havia anjo para mover as águas, cada vez mais diferentes, para poder trazer algo novo.

O que comentam os comentaristas da Bíblia

Ao ouvir tantas dessas mensagens, fiquei profundamente envolvido nesse assunto e fui estudar porque a Bíblia não relata, mas como nem tudo foi escrito. Então descobri.

A manuscritos gregos antigos de João. As declarações podem refletir uma tradição popular associada com o tanque, de que o borbulho das águas (v. 7), que alguns eruditos acreditam fosse causado por uma fonte intermitente, era causado sobrenaturalmente por um anjo. Independentemente de a fonte das águas estar sendo agitada, o testemunho da graça da cura de Deus estava contudo, presente. (BÍBLIA ES. PENIT).

Que diz a bíblia estudo LTT Anotada:

1) Jo 5:3   Mss Alexandrinos/ TC/ bíblias moderninhas aqui extirpam/ destroem (por nota/ [colchetes]) "ESPERANDO O MOVIMENTO DA ÁGUA"

2) Jo 5:4 Mss Alexandrinos/ TC/ bíblias moderninhas aqui extirpam/ destroem (por nota/ [colchetes]) o VERSO INTEIRO! Para deleite dos que negam anjos e a possibilidade de milagres verdadeiros! (Já ouvimos um pastor batista pseudo- fundamentalista (!) dizer para uma senhora não crer nesta passagem, a qual seria apenas uma lenda da pior superstição judaica!) - O verso está em 12 códices (3** dC em diante), 18 minúsculos, Tertuliano (200 dC), alguns "pais", a maioria dos MSS em latim, as mais antigas traduções (como a Peshitta, de cerca de 150 dC), etc. - Decisivo: a) O Cânon de quais as exatas PALAVRAS nas línguas originais foi [tacitamente] reconhecido e fechado pela adoção por todos os verdadeiros crentes contemporâneos com a Reforma e as primeiras impressões! b) Deus não falhou ao preservar o texto em TODAS [ou praticamente todas?] as Bíblias dos salvos fiéis, de 1522 a 1881 = 359 anos! (Para agora Deus ser salvo (!) e ter o texto restaurado pelo gênio do homem!) 

05:03 A declaração na nota ESV sobre um anjo do Senhor agitação da água e a primeira pessoa que entrou em cena a ser curado é encontrado em alguns manuscritos antigos, mas não o mínimo. Portanto, o versículo omitido 4 não deve ser considerada parte da Escritura, embora v. 7 (que é em todos os manuscritos) mostra que as pessoas acreditavam que algo como o que relatórios nesta declaração. (BÍBLIA ESV)

 

5.4 Falta este versículo nos melhores manuscritos do original, mas Tertuliano (145-220 d.C.) faz referência a essa tradição. (BÍBLIA SHEDO)

*...esperando que a agua se agitasse...são palavras que aparecem com alguns manuscritos, como A(2), C(3), DEFGHIKMSUVW, Gamma. Delta. Thcta, Lambda, Fam Pi Fam I Fam 13, algumas versões latinas, o Si(p)a c nas citacoes dos pais da igreja Tertuliano, Ambrosio e Crisostomo: e nisso são seguidos pelas traduções AA (como parte do vs. 4), AC, BR, F. M e PH. Todas as demais traduções omitem essas palavras, seguindo os manuscritos mais antigos P(66). P(75), A(l) BC(1)L, 157, a versão latina q, o Si(c) e o sádico. A evidencia textual mais comprovada favorece a omissao. Todas essas palavras, e o versículo quatro, em sua inteireza, não fazem parte do evangelho original dc Joao (ver as evidencias nas notas referentes ao vs.4), mas tudo isso foi acrescentado a guisa de explicação, por que tantos enfermos sc congregavam a beira daquele tanque. Fase explicação (embora não faca parte original deste evangelho) e muito antiga, e mui provavelmente faria parte da crença corrente entre a população. O vs. ל parece mostrar quc o proprio Joao devia ter consciência dessa crença, embora ele mesmo não a tivesse registrado cm seu evangelho.

...Porquanto um anjo descia cm certo tempo, agitando-a; c o primeiro que entrava no tanque...sarava dc qualquer doenca quc tivesse.... Os manuscritos Λ. C(3), EFGHIJLMUV, Gamma. Delta. Psi. Pam Pi. Fam 1,

Fam 13, alem dc muitas vcrsocs latinas, c também a versão Si(p) c o pai da igreja Tertuliano. retém esse versículo. Entretanto, o versiculo e omitido pelos mss P(66), P(75), Aleph. BC(1), DW,33,157, as versões latinas f. I. q. u e vg(w), c a vcrsao Si(c). Evidencias sobre a tradição suo oferecidas nas notas expositivas sobre o vs.3, na nota anterior. Este quarto versiculo nao faz parte original do evangelho de Joao, conforme fica demonstrado pela nota referente ao vs. 3, c segundo fica comprovado pela evidencia dos mais antigos manuscritos, incluindo os meus P(66) c P(75). Que são os mais antigos manuscritos do evangelho de Joao. Algum escriba subsequente c que deve ter adicionado esse versículo (bem como a ultima parte do vs. 3). com a finalidade de explicar por qual motivo tantas pessoas costumavam ali reunir-se, sendo evidente que o autor deste quarto evangelho tinha conhecimento da tradição, conforme o seu comentário, quc aparccc no vs. 7 deste mesmo capitulo, parece demonstrar.

No quc concerne a essa tradicao. quc deve ter tido alguma base nos fatos, Ellicott diz(t>1 loc.): Naoconheciam os seus elementos constituintes, c nem podiam tracar a lei de sua acao, mas conheciam a Fonte dc todo o bem, quc deu intelecto aos homens e influencia curadora a materia, efeito para remediar e habilidade ao medico; c assim aceitavam o dom como algo vindo diretamente dele. Em suas notas seguintes, acerca desse mesmo versiculo, Ellicott expressa fe na suposicao de que a Causa Oltima se utiliza de agentes intermediarios, e que esses intermediarios nSo devem ser encarados como leis ׳ abstratas c. destituidas de vida. e, sim. como a via intermediaria> do

Deus vivo, expressa na pessoa e atraves dc seres inteligentes. (Ver as notas sobre Joao 5:3, quanto a observacoes de naturez.a semelhante).

Uma interessante lenda arabe foi criada em torno dessa narrativa, que substitui o anjo por um dragao vindo do abismo. Quando ele despertava, fazia parar a agua; porem, quando dormia, a agua se agitava, e as convulsoes desse dragao e que provocariam a agitacao e a cura. O mais provavel . que se tratasse de uma fonte intermitente, o que deu origem a lendas diversas; mas, apesar disso, as curas eram reais.

(CHAMPLEN p.341VL 2).

 

Bíblia de estudo de Genebra

Pois um anjo desceu em certa estação no tanque, e agitou a água: aquele que então primeiro, depois da agitação da água, entrou foi curado de todas as doenças que ele tinha.

Exposição de Gill da Bíblia inteira

Pois um anjo desceu em certa estação no tanque, ... Este anjo não deve ser entendido como um mensageiro enviado do sinédrio, ou pelos sacerdotes, como o Dr. Hammond pensa; que tem uma estranha concepção de que este tanque era usado para lavar as entranhas dos sacrifícios; e que na páscoa sendo muito numerosa, a água misturada com o sangue das entranhas, possuía uma virtude curativa; e que, sendo agitado por um mensageiro enviado do sinédrio para esse propósito, quem entrou diretamente recebeu uma cura: mas este anjo era "um anjo do Senhor", como a Vulgata Latina, e duas das cópias de Beza lêem; e assim a versão Etíope lê, "um anjo de Deus"; que ou em uma forma visível desceu do céu, e foi para o tanque, a versão Etíope erroneamente traduz, " já que era sábado; ou pode ser que não houvesse um período fixo para isso, mas em algumas épocas e estações do ano assim era, o que mantinha as pessoas continuamente esperando por isso: já que era sábado; ou pode ser que não houvesse um período fixo para isso, mas em algumas épocas e estações do ano assim era, o que mantinha as pessoas continuamente esperando por isso:

Gnomen de Bengel

João 5: 4 . Ἄγγελος , um anjo ) Para muitos, sem dúvida, esse evento pareceu puramente natural [não sobrenatural]; porque ocorreu κατὰ καιρόν .— κατὰ καιρόν , em certos momentos ) Esses momentos foram em intervalos iguais? Eram especialmente sobre o tempo de Pentecostes? Quem sabe? - κατέβαινεν , costumava descer [ desceu ]) Passado o tempo. Portanto, este fenômeno havia cessado antes que João escrevesse. - ἐταράσσετο , estava preocupado) Pelo verbo passivo é expresso o fenômeno tal como se apresentava aos olhos de todos, embora eles não conhecessem a ação do anjo. [103] - ΠΡῶΤΟς , o primeiro ) Ao que tem, será dado. (fonte) [1]

 

Muitos afirmam que as maiorias das novas traduções já não tem mais este texto de João 5.4. Mas não vejo isto, confira:

 

Bíblia King James.
pois um anjo do Senhor descia em certas épocas no tanque e agitava a água; quem então primeiro, depois de agitar a água, pisou nele ficou curado de qualquer doença com a qual ele estava afligido.] Bíblia ampliada para um anjo do Senhor desceu ao tanque em épocas determinadas e agitou a água; o primeiro a entrar depois que a água foi mexida foi curado de sua doença.] Holman Christian Standard Bible porque um anjo descia na piscina de vez em quando e agitava a água. Então, o primeiro que entrou depois que a água foi agitada se recuperou de qualquer doença que tivesse. American Standard Version pois um anjo do Senhor descia em certas épocas no tanque, e agitava a água: aquele que então primeiro, depois da agitação das águas, entrou foi curado, com todas as doenças que ele foi detido. A Bíblia Aramaica em Inglês Simples Foran Angel descia à piscina batismal de vez em quando e movia a água para eles; quem quer que primeiro desceu após o movimento da água foi curado de todas as doenças que ele tinha. Bíblia Douay-Rheims E um anjo do Senhor desceu em certos momentos na lagoa; e a água foi movida. E aquele que desceu primeiro na lagoa após o movimento da água, foi curado, de qualquer enfermidade em que se deitou. Versão Revisada em Inglês Versão Padrão Internacional Em certos momentos, um anjo do Senhor descia até o tanque e agitava a água, e quem entrasse primeiro depois de mexer a água era curado de qualquer doença que tivesse. Versão literal padrão para um mensageiro em um determinado momento estava afundando na piscina, e estava perturbando a água, o primeiro depois de ter entrado após a agitação da água, tornou-se completo de qualquer doença em que estava.]] Weymouth Novo Testamento A Bíblia em inglês para um anjo descia em certos momentos na piscina e agitava a água. Quem quer que entrasse primeiro depois de mexer a água ficava curado de qualquer doença que tivesse. Tradução literal de Young pois um mensageiro em um determinado momento estava descendo no tanque, e estava agitando a água, o primeiro então tendo entrado após a agitação da água, ficou curado de qualquer doença em que estava. Traduções adicionais ... (varias traduções)[2]

Pois um anjo desceu em certa estação no tanque, e agitou a água: aquele que então primeiro, depois da agitação da água, entrou foi curado de todas as doenças que ele tinha. Nova Versão King James Pois um anjo desceu em um determinado momento no tanque e agitou a água; então, quem quer que entrasse primeiro, depois de mexer a água, ficava curado de qualquer doença que tivesse. New American Standard Bible NASB 1995 para um anjo do Senhor descia em certas estações no tanque e agitava a água; quem então primeiro, depois de agitar a água, pisou nele ficou curado de qualquer doença com a qual estava afligido. NASB 1977

João 5:4 NVI[3]

De vez em quando descia um anjo do Senhor e agitava as águas. O primeiro que entrasse no tanque, depois de agitadas as águas, era curado de qualquer doença que tivesse.

 

 



[1] https://biblehub.com/commentaries/john/5-4.htm

[2] https://biblehub.com/john/5-4.htm

[3] https://www.bible.com/pt/bible/129/JHN.5.4.NVI

Andar no espírito e vencer os desejos da carne

 São temas centrais na Bíblia, especialmente no Novo Testamento. Aqui estão alguns pontos-chave que a Bíblia ensina sobre como fazer isso:

1. Reconheça a Nova Vida em Cristo

  • Romanos 6:6-7: "Sabendo isto, que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; pois quem está morto está justificado do pecado."
  • 2 Coríntios 5:17: "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."

2. Viva de Acordo com o Espírito Santo

  • Gálatas 5:16-17: "Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis."
  • Romanos 8:5: "Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito."

3. Renove a Mente

  • Romanos 12:2: "E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus."

4. Foco nas Frutas do Espírito

  • Gálatas 5:22-23: "Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei."
  • Colossenses 3:12-14: "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição."

5. Ore e Estude a Palavra

  • Efésios 6:17-18: "Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisso com toda a perseverança e súplica por todos os santos."

6. Confie no Poder de Deus

  • Efésios 3:20: "Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera."

Seguir esses princípios pode ajudar a viver uma vida que agrada a Deus e vencer os desejos da carne, conforme ensinado na Bíblia.

Sete perguntas principais que os pós-tribulacionistas têm feito

E quero responder cada uma de maneira bem objetiva.

Primeira pergunta: Qual o texto que fala das bodas do Cordeiro durarem sete anos? 

    Essa pergunta assume que os pré-tribulacionistas afirmam que as bodas do Cordeiro duram sete anos. Não é bem assim. A posição pré-tribulacionista afirma que as bodas do Cordeiro ocorrem simultaneamente ao período tribulacional, que é de sete anos, conforme a profecia de Daniel 9:24-27. No entanto, o tempo no céu é diferente do tempo na Terra. Deus controla tanto o Cronos (tempo cronológico) quanto o Kairós (tempo divino). Portanto, enquanto as bodas ocorrem simultaneamente à tribulação de sete anos na Terra, a percepção de tempo no céu é diferente.

Segunda pergunta: Qual o texto mostra a vinda secreta e imperceptível ao mundo?

    Em Apocalipse 1:7, é dito que "todo olho verá" Jesus, referindo-se à sua manifestação em glória. No entanto, Hebreus 9:28 menciona que Jesus aparecerá "aos que o esperam para salvação". Esse verbo grego "horaō" (ser visto) é o mesmo usado em 1 Coríntios 15, onde só a igreja viu Jesus ressuscitado. Assim, o arrebatamento será invisível para o mundo, embora depois as pessoas percebam que os cristãos desapareceram.

Terceira pergunta: Qual o texto mostra conversões depois do Arrebatamento? 

    Os pré-tribulacionistas acreditam que a igreja não passará pela grande tribulação. Em Apocalipse 1:19, Jesus dá a divisão do livro a João: "as coisas que tens visto, as que são, e as que depois destas hão de acontecer." A partir do capítulo 4, João vê os 24 anciãos no céu, que representam a igreja glorificada. A abertura dos selos em Apocalipse 6 marca o início da tribulação, indicando que a igreja já está no céu. Durante a tribulação, haverá conversões, como mostrado pelos mártires do período tribulacional em Apocalipse 6:9 e 7:14.

Quarta pergunta: Quem são os santos mencionados durante a tribulação? 

    Os santos mencionados durante a tribulação são os mártires que se converteram nesse período, conforme Apocalipse 6:9 e 7:14. Eles serão salvos pela graça, assim como todos os cristãos, e não por darem suas vidas.

Quinta pergunta: A ressurreição em 1 Coríntios 15 é na última trombeta? 

    A "última trombeta" de 1 Coríntios 15:52 e 1 Tessalonicenses 4:16-17 não é a mesma trombeta de Apocalipse 11:15. A trombeta de Apocalipse 11:15 é a última de uma série de sete trombetas de juízo. Os juízos continuam após essa trombeta com as sete taças de juízo. A trombeta do arrebatamento é uma trombeta de convocação para a igreja, enquanto a de Apocalipse é de juízo.

Sexta pergunta: Jesus disse que sua volta será depois da grande tribulação? 

    O Sermão Profético de Jesus não está rigorosamente em ordem cronológica. Jesus responde à pergunta tripartida dos discípulos sobre a destruição do templo, o sinal da sua vinda e o fim dos tempos. Ele fala sobre eventos que acontecerão com Israel durante a tribulação e depois sobre sua manifestação em glória. A partir de Mateus 24:36, Jesus fala sobre a iminência do arrebatamento, destacando a necessidade de vigilância e prontidão.

Sétima pergunta: Onde está a pausa nos sete anos restantes de Daniel 9:24-27? 

    As setenta semanas de Daniel são divididas em três partes: sete semanas (49 anos), sessenta e duas semanas (434 anos) e uma semana restante (sete anos). Após a morte do Messias, houve uma pausa, referida como o "tempo dos gentios" (Lucas 21:24, Romanos 11). A última semana, de sete anos, corresponde ao período tribulacional. Estamos atualmente vivendo no intervalo entre a 69ª e a 70ª semana.

Que Deus abençoe a todos.

 

O Inferno: Origem, Significados e Interpretações Religiosas e Culturais

 

Introdução

O inferno é um conceito amplamente conhecido, transcendente do contexto religioso, incorporado na literatura, arte e expressões populares. Neste estudo, vamos explorar a origem do termo "inferno", suas diferentes interpretações ao longo da história e seu significado em várias religiões. Também discutiremos como o conceito de inferno se expandiu além de suas raízes teológicas para representar estados de espírito e condições humanas.

Origem do Termo "Inferno"

A palavra "inferno" deriva do latim "infernum", que significa a passagem para o mundo destinado às almas perdidas, assim como o próprio mundo dos mortos. O adjetivo latino "inferus" significa inferior, relacionado ao termo "infra", que se refere ao que está por baixo. Historicamente, "inferno" descrevia um lugar ou estado abaixo da superfície da Terra, destinado às almas dos mortos.

Significados Contemporâneos

Hoje, a palavra "inferno" possui uma gama de significados além do religioso:

  • Religioso: Lugar de punição para os condenados após a morte.
  • Mitológico: Morada das almas depois da morte.
  • Popular: Desordem, lugar de sofrimento, coisa desagradável ou desassossego.
  • Figurado: Estado de espírito ou sofrimento terreno.

Inferno na Literatura e Arte

O conceito de inferno tem inspirado uma vasta produção artística e literária. Poetas, escritores, dramaturgos e filósofos frequentemente utilizam o inferno em sentido figurado para descrever estados de angústia e sofrimento humanos. Um exemplo clássico é a frase de William Shakespeare: "O inferno está vazio, e todos os demônios estão aqui," sugerindo que o mal pode estar presente na Terra e nas ações humanas.

Inferno nas Religiões

  • Cristianismo: A crença no inferno como um lugar de punição eterna para os pecadores é central. A interpretação tradicional vê o inferno como um lugar de sofrimento físico, com a alma do pecador ardendo em um lago de fogo. No entanto, a doutrina moderna enfatiza mais o aspecto espiritual do inferno como separação definitiva de Deus. Existem divergências sobre a eternidade do castigo, com figuras como Santo Agostinho defendendo sua eternidade, enquanto Orígenes e outros defendem a misericórdia infinita de Deus.
  • Judaísmo: O conceito de inferno, ou "Geena", é diferente do cristianismo. O inferno é visto mais como um processo de purificação do que um lugar de tormento eterno. As almas passam pelo inferno para limpar suas máculas, sentindo vergonha das ações passadas. No paraíso, as almas estão mais próximas de Deus e encontram respostas para suas dúvidas.
  • Mitologia Grega: Hades é tanto o deus do submundo quanto o nome do reino dos mortos. O Tártaro, uma parte mais profunda do Hades, é reservado para os perversos, enquanto os Campos Elísios são o lugar de repouso das almas virtuosas.

Desenvolvimento Histórico do Conceito de Inferno

Na antiguidade, muitas culturas desenvolveram suas próprias ideias sobre o que acontece após a morte. No judaísmo antigo, "Sheol" era o destino dos mortos, não necessariamente um lugar de punição. Com o advento do cristianismo, o conceito de inferno evoluiu para incluir a ideia de punição eterna, influenciado por teólogos como Santo Agostinho.

Reflexões Filosóficas e Sociais

A frase de Shakespeare levanta uma questão filosófica: o inferno existe após a morte ou é algo que experimentamos em vida? A existência humana, repleta de sofrimentos como guerras, miséria e injustiças, pode ser vista como uma forma de inferno terrestre. Essa visão sugere que o inferno não é apenas uma condição pós-vida, mas também uma realidade presente na sociedade.

Conclusão

O inferno é um conceito complexo com raízes profundas na religião, mitologia e cultura. Sua evolução ao longo dos séculos reflete mudanças na compreensão humana sobre a vida após a morte, a justiça divina e a natureza do sofrimento. Embora suas representações variem, o inferno continua a ser um tema poderoso na arte, literatura e filosofia, simbolizando tanto o castigo eterno quanto as dificuldades e desafios da vida.

Reflexão Final

E para você, o que é o inferno? É uma realidade pós-vida ou uma condição presente na Terra? Deixe seus comentários e compartilhe sua opinião sobre este fascinante e misterioso conceito. Espero que tenha gostado deste estudo e que ele tenha ampliado sua compreensão sobre o inferno e suas múltiplas interpretações.

 Estudo Bíblicos Sobre o Mundo dos Mortos, Seol AT e Hades NT

Estudo sobre os Termos Geena, Sheol, Inferno, Shellhead, Qever e Mnemeion

Estudo Sobre os Termos Bíblicos: Inferno, Hades, Tártaro e Lago de Fogo

Estudo Bíblicos Sobre o Mundo dos Mortos, Seol AT e Hades NT

caixão cemitério


Introdução

Os termos "Seol" e "Hades" são cruciais para a compreensão bíblica do estado intermediário dos mortos. Apesar de suas origens distintas, com "Seol" sendo hebraico e "Hades" sendo grego, ambos os termos expressam a mesma ideia no contexto das escrituras. Este estudo examina suas ocorrências na Bíblia, seus significados, e o que eles revelam sobre a condição das almas entre a morte e a ressurreição.

Significados e Ocorrências

  • Seol: Aparece 65 vezes no Antigo Testamento. É o termo hebraico para o lugar dos mortos, frequentemente traduzido como "sepultura", "além-túmulo" ou "inferno".
  • Hades: Aparece 10 vezes no Novo Testamento. É o termo grego que corresponde ao hebraico "Seol", usado para descrever a morada dos mortos.

Equivalência de Termos

A equivalência entre "Seol" e "Hades" é clara em passagens como Atos 2:27, que cita Salmo 16:10. No Salmo, a palavra usada é "Seol", enquanto em Atos, Lucas usa "Hades" na tradução grega. Ambos os termos indicam o mesmo conceito de uma habitação dos mortos, um estado intermediário entre a morte e a ressurreição.

O Estado dos Mortos

A Bíblia sugere que o "além-túmulo" é mais um estado ou condição do que um lugar físico específico. Em Gênesis 37:35, Jacó expressa a crença de que encontraria seu filho José no Seol, indicando uma visão de continuidade após a morte.

  • Antigo Testamento: "Seol" é a habitação dos mortos, o antônimo da "Terra dos Viventes". Jó e outros livros poéticos referem-se ao Seol como um lugar de espera. Em 1 Samuel 2:6, o Senhor é descrito como capaz de fazer descer à cova (Seol) e tornar a subir.
  • Novo Testamento: "Hades" mantém a mesma ideia de um estado de espera. Em Lucas 16:23, o rico, em tormento no Hades, contrasta com Lázaro no seio de Abraão, sugerindo que Hades inclui tanto o tormento para os ímpios quanto o consolo para os justos.

Condição dos Justos e dos Ímpios

  • Justos: No Antigo Testamento, os justos veem o Seol como um lugar de refúgio em tempos de aflição (Jó 14:13). No Novo Testamento, Paulo expressa o desejo de estar com o Senhor após a morte, considerando isso melhor do que a vida terrena (Filipenses 1:23).
  • Ímpios: Para os ímpios, o Seol e o Hades são lugares de sofrimento. Salmos 116:3 e Eclesiastes 8:6 descrevem a angústia e o tormento associados a esse estado. Em Lucas 16:19-31, o rico é atormentado no Hades, sem alívio, e preocupado com os vivos.

Ressurreição e Juízo

A Bíblia fala de um dia em que Hades entregará os mortos para o julgamento final, como descrito em Apocalipse 20:13-14. No julgamento, os mortos serão lançados no Lago de Fogo, um destino final de tormento eterno para os ímpios.

Conclusão

"Seol" e "Hades" são termos que, embora de origens linguísticas diferentes, referem-se ao mesmo conceito de um estado intermediário dos mortos. Eles não especificam um local físico, mas sim uma condição em que as almas esperam a ressurreição e o julgamento final. Para os justos, é um estado de consolo, enquanto para os ímpios é de tormento. Compreender esses termos é essencial para uma interpretação mais profunda e precisa dos textos bíblicos e da teologia cristã sobre a vida após a morte.

 SAIBA MAIS: 

Estudo sobre os Termos Geena, Sheol, Inferno, Shellhead, Qever e Mnemeion

Estudo Sobre os Termos Bíblicos: Inferno, Hades, Tártaro e Lago de Fogo



Introdução

A Bíblia contém diversos termos que se referem a conceitos de morte, punição e tormento. Esses termos incluem "inferno", "hades", "tártaro" e "lago de fogo". Embora possam parecer intercambiáveis, cada um tem um significado específico e é usado em contextos distintos nas escrituras. Este estudo examinará esses termos para esclarecer suas diferenças e significados, com base nas passagens bíblicas e suas interpretações.

Inferno

A palavra "inferno" não aparece nos textos originais do Novo Testamento grego. Ela é de origem latina, retirada da Vulgata de Jerônimo, e possui múltiplos significados, frequentemente associando-se a lugares de tormento e punição. No entanto, é crucial entender que o "inferno" na tradução latina é um termo abrangente que não distingue entre os diferentes lugares de tormento mencionados na Bíblia.

Hades

"Hades" é uma palavra grega que se refere ao mundo dos mortos ou à habitação dos mortos. No Novo Testamento, "hades" é usado para descrever um lugar de tormento prévio para aqueles que estão espiritualmente mortos. Um exemplo significativo é encontrado em Lucas 16:23, onde Jesus fala sobre o rico e Lázaro. O rico, em tormento no hades, vê Lázaro ao lado de Abraão em um lugar de conforto, mostrando uma divisão entre os justos e os injustos no estado intermediário dos mortos.

Tártaro

O termo "tártaro" aparece apenas uma vez no Novo Testamento, em 2 Pedro 2:4. Derivado da literatura grega, "tártaro" era o lugar onde os titãs e semideuses eram aprisionados. Na Bíblia, é descrito como o local onde anjos caídos estão presos até o dia do julgamento. Estes anjos são considerados ainda mais terríveis que Satanás, que, por sua vez, está solto até ser finalmente julgado e lançado no lago de fogo.

Lago de Fogo

O "lago de fogo" é mencionado várias vezes no Apocalipse, especificamente em Apocalipse 19:20, 20:10, e 20:14-15. Este termo refere-se ao destino final de Satanás, a besta, o falso profeta, a morte, o hades e todos os que não estão inscritos no livro da vida. O lago de fogo é descrito como um lugar de tormento eterno, inaugurado após a grande tribulação e o julgamento final.

Geena

"Geena" é uma forma grega do hebraico "Ge-Hinom", ou Vale de Hinom. Originalmente, era um local fora de Jerusalém onde crianças eram sacrificadas ao deus Moloque. Após a reforma de Josias, que pôs fim a essas práticas abomináveis (2 Reis 23:10), o vale tornou-se um símbolo de juízo e punição divina. No Novo Testamento, "geena" é frequentemente usado por Jesus para descrever um lugar de punição final para os ímpios, um "lago de fogo" (Marcos 9:43-48).

Abismo

O "abismo" é mencionado em Apocalipse 9:1-11 como um lugar profundo onde demônios estão aprisionados. Diferentemente do lago de fogo, o abismo não é um lugar de punição eterna para humanos, mas um local de confinamento temporário para seres demoníacos, incluindo Satanás durante o milênio.

Conclusão

A compreensão correta dos termos "inferno", "hades", "tártaro", "geena" e "lago de fogo" é essencial para uma interpretação precisa das escrituras bíblicas:

  • Inferno: Termo geral, derivado do latim, usado para descrever lugares de punição e tormento.
  • Hades: O mundo dos mortos ou lugar de tormento prévio, especificamente para os espiritualmente mortos.
  • Tártaro: Lugar de aprisionamento para anjos caídos, mencionado uma única vez no Novo Testamento.
  • Geena: Originalmente um vale associado ao sacrifício de crianças, usado no Novo Testamento como símbolo de punição final.
  • Lago de Fogo: Destino final de Satanás, a besta, o falso profeta, a morte, o hades e todos os ímpios, um lugar de tormento eterno.
  • Abismo: Local de confinamento temporário para demônios, distinto do lago de fogo.

Essas distinções ajudam a esclarecer os diferentes aspectos do juízo e do estado dos mortos na teologia bíblica, proporcionando uma compreensão mais profunda dos ensinamentos das escrituras.

 SAIBA TAMBÉM: 

Estudo sobre os Termos Geena, Sheol, Inferno, Shellhead, Qever e Mnemeion

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fogo gueimando aterra

Introdução

A interpretação e tradução de termos bíblicos do hebraico e do grego para outras línguas têm gerado debates significativos entre teólogos e estudiosos da Bíblia. Um exemplo notável é a palavra "geena", frequentemente traduzida como "inferno" no Novo Testamento. Este estudo visa esclarecer o significado de "geena", sua origem e os contextos em que é utilizada na Bíblia, abordando também as diferenças entre "geena" e outros termos relacionados a lugares dos mortos, como "sheol" e "hádes".

Origem e Significado de "Geena"

A palavra "geena" tem suas raízes no hebraico "Gehinom", que significa "Vale dos Filhos de Hinom". Este vale, localizado a sudoeste de Jerusalém, é mencionado em várias passagens do Antigo Testamento, como Josué 15:8; 18:16 e Jeremias 19:2. Durante um período de grande apostasia em Judá, reis como Manassés usaram este local para sacrificar crianças ao deus Moloque (2 Crônicas 33:6; Jeremias 7:31-32; 32:35). O rei Josias, em uma reforma religiosa, pôs fim a essas práticas abomináveis, como relatado em 2 Reis 23:10.

No período do profeta Jeremias, o Vale de Hinom tornou-se um símbolo do juízo divino, um local associado ao castigo e à destruição. Esse simbolismo foi levado ao Novo Testamento e é mencionado 12 vezes, incluindo passagens em Mateus (5:22, 29-30; 10:28; 18:9; 23:15, 33), Marcos (9:43-47), Lucas (12:5) e Tiago (3:6).

"Geena" e a Tradução como "Inferno"

A tradução de "geena" como "inferno" no Novo Testamento pode causar confusão devido às diferenças de significado entre esses termos. A palavra "inferno" tem sua origem no latim "ínferos" ou "infernos", que significa regiões inferiores. No contexto bíblico latino, "inferno" foi utilizado para traduzir termos como "sheol" e "hádes", além de "geena". Esta falta de distinção entre os termos originais hebraicos e gregos pode alterar significativamente a interpretação dos textos bíblicos.

Diferenças Entre "Geena", "Sheol" e "Hádes"

  • Geena: Um lugar específico associado ao julgamento e punição final, usado no Novo Testamento para simbolizar o destino final dos ímpios.
  • Sheol: Um termo hebraico usado no Antigo Testamento para descrever o lugar dos mortos, sem conotações específicas de punição ou recompensa.
  • Hádes: O equivalente grego de "sheol", também referindo-se ao lugar dos mortos, mas com nuances adicionais no contexto da mitologia grega.

Outros Termos Relacionados à Sepultura

Além de "sheol" e "hádes", a Bíblia utiliza outros termos para descrever a sepultura:

  • Qever: Um termo hebraico que se refere diretamente ao túmulo ou cova.
  • Mnemeion: A palavra grega para sepulcro, usada 67 vezes no Novo Testamento, referindo-se ao local de enterro físico.

Exemplo Bíblico

Em Atos 2:27, Pedro cita um salmo de Davi: "Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu santo veja corrupção" Salmos 49:15. Aqui, "sheol" é usado no contexto de não abandonar a alma na morte, mostrando que, biblicamente, "sheol" não é meramente a sepultura física, mas um estado intermediário dos mortos.

Conclusão

A palavra "geena" e o termo "inferno" no contexto bíblico. Enquanto "geena" está ligado a um vale específico com significados históricos de julgamento divino, "inferno" é mais abrangente e carrega consigo diferentes associações de punição eterna. Compreender essa diferença é fundamental para uma interpretação precisa das Escrituras, evitando assim a confusão entre conceitos teológicos distintos. Além disso, a distinção entre "geena", "sheol" e "hádes" possibilita uma leitura mais fiel aos contextos originais das escrituras, enriquecendo assim o entendimento das passagens bíblicas.


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